segunda-feira, 13 de julho de 2009

Há 365 dias Mundias do Rock por ano

Eu poderia escrever sobre as surpreendentes derrotas de Argentina, Estados Unidos e Rússia para República Tcheca, Croácia e Israel, respectivamente, na Copa Davis de tênis.

Também seria útil uma postagem para comentar como o Palmeiras comandado pelo interino (que provavelmente será efetivado) Jorginho está jogando tão mais organizado que o de Vanderlei Luxemburgo, sendo que ambos contam com os mesmos jogadores, exceto Keirrison, que não deixou saudades no Palestra e também não dá sinais de sentir saudades.

A vitória de Mark Webber no GP da Alemanha de Fórmula 1, que deve colocar os dois carros da Red Bull na briga pelo título, o ótimo desempenho de Felipe Massa, que foi terceiro e diferentemente do choro de Galvão Bueno, não foi atrapalhado pela Ferrari. E o chilique de Rubens Barrichello após ser prejudicado pela Brawn. Todos seriam assuntos legais de comentar neste blog.

Mas estou com pouquíssimo tempo, pois viajo ao Rio de Janeiro para passar o Dia Mundial do Rock na Cidade Maravilhosa, também conhecida como a Faixa de Gaza do Ocidente nos dias atuais. Sim, o Rio de Janeiro de hoje não tem muito a cara do Rock, as bandas que de lá surgem atualmente são ofensivas ao Rock... Mas, assim como brilhantemente escreveu o cantor Nasi em um espaço do Lance! neste domingo, é desnecessário haver um Dia Mundial do Rock para lembrarmos que ele existe.

Pois é, estamos sendo tratados como lixo pelo atual mercado musical e o que ele nos empurra goela abaixo dizendo que é música popular, coisa do povo brasileiro, mas posso dizer que sou um roqueiro e tenho todos os dias como dia do Rock. Tenho 365 Dias Mundias do Rock por ano (366 em anos bissextos) e não mudo o meu playlist por qualquer coisa. Isso é Rock and Roll, o resto é conversinha, como diz aquele técnico de futebol que andou recusando ofertas para dirigir o Palmeiras.

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